Ao olharmos a evolução do papel do líder dentro das organizações saímos de um modelo enraizado no século 20 que tinha como objetivo principal qualificar as pessoas, para fazerem mais do mesmo repetidas vezes. Isto foi importante, mas não é o desafio da liderança do século 21 que precisar extrair o melhor de seus colaboradores para atingirem metas, tomar decisões que afetarão não só no curto mais no longo prazo. É necessário que a alta gerência questione-se sobre:
2. Que tarefa executamos melhor: melhoria da eficiência operacional ou a criação de negócios fundamentalmente novos?
3. Que percentual de nossos esforços de desenvolvimento de vantagem concentra-se em alcançar nossos concorrentes versus criar vantagens novas no setor?
4. Até que ponto eu, como gerente sênior, sou um “engenheiro” de manutenção trabalhando no presente ou um “arquiteto” projetando o futuro?
Uma nova percepção é necessária para as organizações, questionando o que de fato a compõe e o que a difere das demais dentro do seu segmento, que em meu entender é clara: Organizações são compostas por pessoas, que precisam transformar idéias em resultados palpáveis.
Por Graça Almeida
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